{"id":7556,"date":"2024-06-11T08:57:45","date_gmt":"2024-06-11T11:57:45","guid":{"rendered":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/?p=7556"},"modified":"2024-07-04T10:44:47","modified_gmt":"2024-07-04T13:44:47","slug":"artigo-de-opiniao-movimento-feminista-e-literatura-na-coreia-do-sul-uma-parceria-promissora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/?p=7556","title":{"rendered":"ARTIGO DE OPINI\u00c3O | Movimento Feminista e Literatura na Coreia do Sul: uma parceria promissora"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"7556\" class=\"elementor elementor-7556\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<section class=\"has_eae_slider elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-a246d82 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"a246d82\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-4f1729f\" data-id=\"4f1729f\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a7fd7f0 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a7fd7f0\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<style>\/*! elementor - v3.6.2 - 04-04-2022 *\/\n.elementor-widget-text-editor.elementor-drop-cap-view-stacked .elementor-drop-cap{background-color:#818a91;color:#fff}.elementor-widget-text-editor.elementor-drop-cap-view-framed .elementor-drop-cap{color:#818a91;border:3px solid;background-color:transparent}.elementor-widget-text-editor:not(.elementor-drop-cap-view-default) .elementor-drop-cap{margin-top:8px}.elementor-widget-text-editor:not(.elementor-drop-cap-view-default) .elementor-drop-cap-letter{width:1em;height:1em}.elementor-widget-text-editor .elementor-drop-cap{float:left;text-align:center;line-height:1;font-size:50px}.elementor-widget-text-editor .elementor-drop-cap-letter{display:inline-block}<\/style>\t\t\t\t<p><span style=\"text-align: start;\">Autora: Su\u00e9llen Gentil<\/span><br style=\"text-align: start;\"><span style=\"text-align: start;\">E-mail: suellen.gentil@gmail.com<\/span><br style=\"text-align: start;\"><span style=\"text-align: start;\">Imagem: Mulher Lendo (\ub3c5\uc11c\ud558\ub294 \uc5ec\uc778) de Yoon Deok-hee.<\/span><br><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"has_eae_slider elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6096cd4d elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6096cd4d\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"has_eae_slider elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-537259a1\" data-id=\"537259a1\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7e73937e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7e73937e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph {\"fontSize\":\"small\"} --><\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- wp:paragraph --><\/p>\n<p><!-- \/wp:paragraph --><\/p>\n<p>Ao ser questionada sobre a for\u00e7a da literatura para reparar injusti\u00e7as, a escritora Concei\u00e7\u00e3o Evaristo disse: &#8220;A literatura n\u00e3o \u00e9 um texto hist\u00f3rico, ela n\u00e3o \u00e9 um texto religioso, n\u00e3o \u00e9 um texto sociol\u00f3gico, n\u00e3o \u00e9 um texto pedag\u00f3gico. Ent\u00e3o, por n\u00e3o ser isso tudo, o texto liter\u00e1rio tem essa capacidade de transitar aqui e ali [&#8230;] E mais do que isso, tem a capacidade de convocar as pessoas, de falar na sensibilidade das pessoas\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>Sendo uma literatura capaz de elucidar, provocar, incomodar, despertar \u00e0 consci\u00eancia e fomentar debates, \u00e9 poss\u00edvel admitir que ela possa desempenhar um papel importante no engajamento popular em quest\u00f5es sociais. \u00c9 um exemplo expressivo que vem sendo proposto na contemporaneidade \u00e9 a participa\u00e7\u00e3o da literatura sul-coreana no crescimento e fortalecimento do movimento feminista na Coreia do Sul.<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o das mulheres como <a href=\"https:\/\/simporiente2022mesas.blogspot.com\/2022\/09\/igualdade-de-genero-e-democracia-coreia.html\">movimento feminino<\/a> na Coreia do Sul vem de uma longa data, mas come\u00e7a a ter os moldes feministas que conhecemos hoje nas d\u00e9cadas de 1980 e 1990, durante o movimento de democratiza\u00e7\u00e3o\u00b9 &nbsp;do pa\u00eds. As mulheres come\u00e7aram a se organizar e se mobilizar politicamente em torno de quest\u00f5es como discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero, viol\u00eancia sexual e desigualdade no mercado de trabalho e na educa\u00e7\u00e3o. Desde ent\u00e3o, o movimento feminista na Coreia do Sul tem crescido e se desenvolvido, com campanhas importantes como a aboli\u00e7\u00e3o do sistema&nbsp;<i style=\"font-family: inherit; text-align: inherit;\">hoju\u00b2<\/i>, o movimento #MeToo e protestos contra a pornografia de c\u00e2meras escondidas. Sobre isso, Silva (2022, p. 24), conclui que:<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"line-height: 1.2; margin-left: 113.4pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 6pt;\">Considerando, ent\u00e3o, que o movimento feminino sul-coreano enquanto mobiliza\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-pol\u00edtica e ideol\u00f3gica que, em termos pol\u00edticos, sociais e econ\u00f4micos, visa a igualdade entre homens e mulheres, ele contribui para o impulso da participa\u00e7\u00e3o de mulheres nas mais diversas esferas, p\u00fablicas e privadas, de forma que o legado de suas a\u00e7\u00f5es e interven\u00e7\u00f5es na estrutura pol\u00edtica e social sul-coreana ressoa ainda fortemente nos dias atuais<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"line-height: 1.2; margin-left: 113.4pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 6pt;\"><br><\/p>\n<p>Esse movimento pol\u00edtico foi acompanhado paralelamente por um movimento crescente da participa\u00e7\u00e3o das mulheres na produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria do pa\u00eds. Segundo a pesquisadora Helen Koh (2002, p. 35), \u201cescritoras profissionais surgiram na Coreia na virada do s\u00e9culo, mas somente a partir do final da d\u00e9cada de 1960 elas cresceram em visibilidade e n\u00famero\u00b3\u201d. O reconhecimento desse trabalho por meio de premia\u00e7\u00f5es, aliado \u00e0 tradu\u00e7\u00e3o, trouxe notoriedade mundial para algumas autoras nas \u00faltimas d\u00e9cadas. A exemplo podemos citar Gong Ji-young (Horas Felizes\u2074), Han Kang (A Vegetariana\u2075), Shin Kyung-sook (Por favor, cuide da Mam\u00e3e\u2076 ) e Cho Nam-joo (Kim Jiyoung, nascida em 1982\u2077).<\/p>\n<p>Essa participa\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 desvinculada de uma a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, pois as bases confucionistas do pa\u00eds relegam \u00e0 mulher posi\u00e7\u00f5es relevantes na esfera p\u00fablica&nbsp;gerando resist\u00eancia a uma voz feminina ativa nos espa\u00e7os de poder, como complementa Helen Koh (2002, p. 35) ao dizer&nbsp; que:<\/p>\n<p><\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"line-height: 1.2; margin-left: 113.4pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 6pt;\">De fato, o n\u00famero de mulheres escrevendo profissionalmente aumentou t\u00e3o rapidamente que, na d\u00e9cada de 1990, cr\u00edticos liter\u00e1rios e escritores conservadores masculinos estavam reclamando que a literatura coreana estava inundada de jovens mulheres ansiosas para publicar. Essa queixa reflete um cen\u00e1rio liter\u00e1rio em mudan\u00e7a na qual as mulheres, que haviam sido marginalizadas pela cena liter\u00e1ria, assim como em outros f\u00f3runs p\u00fablicos, tornaram-se altamente ativas. O direito de publicar e se engajar em cr\u00edticas sociais s\u00e3o pilares essenciais da esfera p\u00fablica e, na Coreia, como em outros lugares, h\u00e1 muito tempo era o dom\u00ednio exclusivo de escritores, poetas e cr\u00edticos masculinos. Para entender o significado de as mulheres poderem participar plenamente da literatura coreana, primeiro devemos entender o que significa para as mulheres escreverem.<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"line-height: 1.2; margin-left: 113.4pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 6pt;\"><br><\/p>\n<p dir=\"ltr\">E n\u00e3o seria o ato da escrita liter\u00e1ria tamb\u00e9m um ato pol\u00edtico? A ocupa\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o de poder? Escrever literatura, para al\u00e9m de contar hist\u00f3rias, \u00e9 uma forma de voz ativa. As escritoras moldam realidades alternativas, questionam normas sociais e pol\u00edticas, e trazem \u00e0 tona exist\u00eancias marginalizadas. Ao narrar experi\u00eancias e perspectivas \u00fanicas, ficcionadas ou n\u00e3o, tamb\u00e9m se reivindica sua presen\u00e7a na sociedade. A literatura se torna, assim, um meio para resistir, questionar e reimaginar o mundo ao nosso redor.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Como exemplo, podemos pensar no j\u00e1 mencionado livro &#8220;Kim Jiyoung, nascida em 1982&#8221;, de Cho Nam-joo. Com mais de <a href=\"https:\/\/letras.biblioteca.ufrj.br\/kim-jiyoung-nascida-em-1982-cho-nam-joo\/\">1 milh\u00e3o de c\u00f3pias<\/a> vendidas, transcende a fronteira entre realidade e fic\u00e7\u00e3o ao narrar a vida de uma \u00fanica mulher, Kim Jiyoung, enquanto retrata a experi\u00eancia compartilhada por muitas mulheres do pa\u00eds e, em certos aspectos, do mundo. Inspirada em experi\u00eancias pessoais, a autora Cho Nam-joo utiliza-se de <a href=\"https:\/\/www.ksociety.fr\/interview\/1834-interview-cho-nam-joo-kim-ji-young-born-in-1982-2023-11-21\">dados de pesquisa<\/a> embutidos na narrativa para ilustrar a jornada n\u00e3o apenas da personagem principal, mas de milh\u00f5es de mulheres. O livro destaca a prefer\u00eancia cultural pelos homens desde a inf\u00e2ncia, e tamb\u00e9m aborda quest\u00f5es como press\u00f5es familiares para gerar filhos homens, discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero no mercado de trabalho e o peso das expectativas sociais sobre as mulheres.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Cho Nam-joo, ao narrar uma jornada individual de uma \u00fanica personagem, d\u00e1 voz a milh\u00f5es, denunciando as formas patriarcais da sociedade sul-coreana e suas consequ\u00eancias na vida das mulheres. O livro vem sendo objeto de diversos estudos (Amalia e Abdin, 2022; Jung, 2021; Baruna e Lestari, 2022; Khasanah e Candraningrum, 2021; entre outros), fomentando assim debate dentro e fora da academia, visto que s\u00e3o facilmente encontradas tamb\u00e9m mat\u00e9rias jornal\u00edsticas, entrevistas, resenhas e textos opinativos sobre o livro e a autora.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Poder\u00edamos pensar nos efeitos que essa e outras leituras de autoras sul-coreanas tem tido na amplia\u00e7\u00e3o do engajamento popular no movimento feminista na Coreia do Sul? Resgatando a fala de Concei\u00e7\u00e3o Evaristo, se literatura \u201ctem a capacidade de convocar as pessoas, de falar na sensibilidade das pessoas\u201d, n\u00e3o seria essa uma parceria promissora para o pa\u00eds? N\u00e3o tenho aqui a ambi\u00e7\u00e3o de responder uma pergunta t\u00e3o complexa e ainda pouqu\u00edssimo estudada, mas fomentar a reflex\u00e3o sobre os efeitos e possibilidades pujantes dessa rela\u00e7\u00e3o, visto que literatura e sociedade s\u00e3o indissoci\u00e1veis.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u00c9 fato que o movimento feminista sul-coreano, assim como no restante do mundo, ainda possui um longo caminho a ser percorrido. Mas, \u00e9 salutar ver os avan\u00e7os que foram feitos e compreender os mecanismos que contribuem com essa luta, especialmente aqueles muitas vezes ignorados, como a literatura e a arte no geral. Por meio da sensibiliza\u00e7\u00e3o ficcional e de uma escrita que sangra viv\u00eancias, \u00e9 poss\u00edvel que mais e mais pessoas se sintam motivadas ao movimento reivindicat\u00f3rio como tomada de decis\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\n<\/p><p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; _______________________<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;\">\n<\/p><p dir=\"ltr\" style=\"line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;\">Notas de rodap\u00e9:<\/p>\n<p dir=\"ltr\" style=\"line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;\">\n<\/p><p dir=\"ltr\" style=\"line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;\">\n<\/p><p dir=\"ltr\" style=\"line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;\">\n<\/p><p>&nbsp;\u00b9 O termo democratiza\u00e7\u00e3o aqui \u00e9 usado para facilitar a compreens\u00e3o dos eventos que se sucederam ap\u00f3s a queda do regime autorit\u00e1rio de Chun Doo-hwan, conforme material educacional dispon\u00edvel no site Museu Nacional de Hist\u00f3ria Coreana Contempor\u00e2nea (https:\/\/www.much.go.kr\/en\/contents.do?fid=03&amp;cid=039) que faz uso do termo. No entanto, n\u00e3o \u00e9 a inten\u00e7\u00e3o invalidar autores que preferem falar em redemocratiza\u00e7\u00e3o, visto que a exist\u00eancia de regimes autorit\u00e1rios n\u00e3o deveria invisibilizar gest\u00f5es democr\u00e1ticas que vieram antes.&nbsp;<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u00b2 At\u00e9 a sua revis\u00e3o em mar\u00e7o de 2005, o C\u00f3digo Civil da Coreia do Sul empregava o sistema hoju, tamb\u00e9m conhecido como &#8220;Chefe de Familia&#8221;, que conferia poderes e privil\u00e9gios ao hoju correspondente de cada unidade familiar e estava ancorada na predomin\u00e2ncia patriarcal que permeava a estrutura dom\u00e9stica. (Jinsu, 2005, \u0440. 195).<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u00b3 Tradu\u00e7\u00e3o minha do trecho &#8220;Professional women writers appeared in Korea at the turn of the century, but only since the late 1960s have they noticeably grown in visibility and numbers.&#8221;<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u2074 Traduzido por Maryanne Linz e publicado em 2017 pela editora Record.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u2075 Traduzido, primeiramente, por Yun Jung Im Park e publicado em 2013 pela editora Devir. Em 2018, uma segunda tradu\u00e7\u00e3o, feita por Jae Hyung Woo, foi publicada pela editora Todavia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u2076 Traduzido por Fl\u00e1via R\u00f6ssler e publicado pela editora Intr\u00ednseca em 2012.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u2077 Traduzido por Alessandra Esteche e publicado pela editora Intr\u00ednseca em 2022.<\/p>\n<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; _______________________<\/p>\n<p>Refer\u00eancias:<\/p>\n<p><\/p>\n<p>JINSU, Y. Tradi\u00e7\u00e3o e Constitui\u00e7\u00e3o no Contexto do Direito da Fam\u00edlia Coreano. Jornal de Direito Coreano, 2005, v.5 n.1, pp.<\/p>\n<p>KIM, S.; KIM, K. Integra\u00e7\u00e3o de g\u00eanero e a institucionaliza\u00e7\u00e3o do movimento de mulheres na Coreia do Sul. F\u00f3rum Internacional de Estudos da Mulher. P\u00e9rgamo, 2011. p. 390-400.<\/p>\n<p>Koh, H. Mulheres e Literatura Coreana. Conhecendo a Coreia: Livro de recursos para educadores do ensino fundamental e m\u00e9dio. A Sociedade Coreana. Nova York, 2002. pp.35-41.<\/p>\n<p>SANTANA, T.; ZAPPAROLI, A. CONCEI\u00c7\u00c3O EVARISTO \u2013 \u201cA escreviv\u00eancia serve tamb\u00e9m para as pessoas pensarem\u201d. 2020. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.itausocial.org.br\/noticias\/conceicao-evaristo-a-escrevivencia-serve-tambem-para-as-pessoas-pensarem\/. Acesso em: 29 abr. 2023.<\/p>\n<p>SILVA, AM Igualdade de g\u00eanero e democracia: A Coreia do Sul e o movimento feminino. Andr\u00e9 Bueno. (Org.). Novos Estudos em Extremo Oriente. 1ed. Rio de Janeiro: Projeto Orientalismo\/UERJ, 2022, v. 3-182.<\/p>\n<p>SHIN, Ki-young. Beyond# WithYou: A nova gera\u00e7\u00e3o de feministas e o movimento#MeToo na Coreia do Sul. Pol\u00edtica e G\u00eanero, v. 17, n. 3, 2021, p\u00e1g. 507-513.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Mini bio: Su\u00e9llen Gentil \u00e9 mestranda no Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Letras, na linha de pesquisa de Tradu\u00e7\u00e3o e Cultura, da Universidade Federal da Para\u00edba [UFPE] e pesquisadora associada da Coordenadoria de Estudos Asi\u00e1ticos [CE\u00c1SIA], vinculada ao Centro de Estudos Avan\u00e7ados da Universidade Federal de Pernambuco [CEA-UFPE].&nbsp; &nbsp;<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autora: Su\u00e9llen GentilE-mail: suellen.gentil@gmail.comImagem: Mulher Lendo (\ub3c5\uc11c\ud558\ub294 \uc5ec\uc778) de Yoon Deok-hee. 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