{"id":6978,"date":"2023-11-07T10:05:19","date_gmt":"2023-11-07T13:05:19","guid":{"rendered":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/?p=6978"},"modified":"2023-11-07T10:40:36","modified_gmt":"2023-11-07T13:40:36","slug":"artigo-de-opiniao-perspectivas-em-mudanca-o-impacto-das-decisoes-da-suprema-corte-na-garantia-dos-direitos-fundamentais-no-japao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/?p=6978","title":{"rendered":"ARTIGO DE OPINI\u00c3O | Perspectivas em Mudan\u00e7a: O Impacto das Decis\u00f5es da Suprema Corte na Garantia dos Direitos Fundamentais no Jap\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">Reda\u00e7\u00e3o e opini\u00e3o cr\u00edtica por: Denilson Menezes Carvalho<br>Revis\u00e3o especializada por: Paula Michima, Ang\u00e9lica Alencar, Maur\u00edcio Luiz<br>Borges Ramos Dias<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">Imagem: Wikimedia Commons<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Como tratado no\u00a0<a href=\"https:\/\/sites.ufpe.br\/cea\/2023\/09\/27\/uma-analise-do-papel-do-poder-judiciario-na-concretizacao-dos-direitos-humanos-no-japao-progressos-e-desafios\/\" class=\"ek-link\">artigo de opini\u00e3o<\/a>\u00a0sobre o desenvolvimento inicial do\u00a0papel do Poder Judici\u00e1rio na concretiza\u00e7\u00e3o dos direitos humanos no Jap\u00e3o,\u00a0previamente publicado na CE\u00c1SIA, foi apresentado como os ju\u00edzes nip\u00f4nicos\u00a0vem desempenhando um papel fundamental para a efetiva\u00e7\u00e3o de direitos\u00a0humanos e fundamentais devido \u00e0 omiss\u00e3o da Dieta na sua atribui\u00e7\u00e3o legislativa acerca desses temas (Carvalho, 2023a).Inclusive, o movimento progressista iniciado pelos magistrados de 1\u00aa\u00a0inst\u00e2ncia est\u00e1 at\u00e9 mesmo influenciando os ju\u00edzes da Suprema Corte que, apesar\u00a0do seu passivismo jurisdicional, vem se mostrando cada vez mais ativa e\u00a0declarando a inconstitucionalidade de\u00a0diversas normas por viola\u00e7\u00e3o ao art. 14 da\u00a0constitui\u00e7\u00e3o de 19471\u00a0(Carvalho, 2023b).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Ap\u00f3s anos sem exercer o seu poder de controle de constitucionalidade,&nbsp;em 2008, a Suprema Corte inspirada pelo movimento progressista das inst\u00e2ncias&nbsp;inferiores, declarou a inconstitucionalidade de tr\u00eas dispositivos legais: o art. 3,&nbsp;(1)&nbsp;da Lei&nbsp;da Nacionalidade em 2008, os artigos 900&nbsp;e 733, ambos do C\u00f3digo&nbsp;Civil, respectivamente, em 2013 e 2015. Tem\u2013se como objetivo deste artigo de&nbsp;opini\u00e3o apresentar reflex\u00f5es sobre esses tr\u00eas casos que&nbsp;configuram&nbsp;uma&nbsp;guinada no posicionamento jurisprudencial da corte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Em 4 de junho de 2008, a Suprema Corte declarou a inconstitucionalidade&nbsp;do art. 3, (1), da Lei da Nacionalidade (4), por entender que o dispositivo conferia&nbsp;um&nbsp;tratamento&nbsp;discriminat\u00f3rio&nbsp;\u00e0s&nbsp;crian\u00e7as&nbsp;para&nbsp;que&nbsp;possam&nbsp;obter&nbsp;a&nbsp;nacionalidade japonesa violando o art. 14, (1), da Constitui\u00e7\u00e3o (Jap\u00e3o, 2008).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">O caso trata\u2013se do pedido de reconhecimento de paternidade e atribui\u00e7\u00e3o&nbsp;de nacionalidade de um pai japon\u00eas ao seu filho, fruto de uma rela\u00e7\u00e3o com uma&nbsp;filipina. O Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a havia negado o pedido fundamentando que o art.&nbsp;3, (1), da Lei da Nacionalidade prev\u00ea apenas duas hip\u00f3teses em que se pode conceder a nacionalidade a uma crian\u00e7a havida fora do casamento: a primeira se o pai tivesse reconhecido a crian\u00e7a antes do seu nascimento; e a segunda se, ap\u00f3s o nascimento, o pai se casasse com a m\u00e3e (Nasu, 2008).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A primeira parte do julgamento abordou se o requisito imposto pela Dieta&nbsp;se&nbsp;enquadra&nbsp;como&nbsp;dentro&nbsp;da&nbsp;discricionariedade&nbsp;legislativa&nbsp;conferida&nbsp;ao&nbsp;parlamento pela constitui\u00e7\u00e3o em seu art. 103&nbsp;para depois analisar se o requisito&nbsp;era constitucional. A Corte, inicialmente, entendeu que a imposi\u00e7\u00e3o de requisitos&nbsp;pela Dieta para a concess\u00e3o de nacionalidade seriam justific\u00e1veis, diante da&nbsp;previs\u00e3o constitucional. Contudo, o tratamento discriminat\u00f3rio no entendimento&nbsp;da Corte n\u00e3o tinha um fundamento razo\u00e1vel, o que acarreta&nbsp;a&nbsp;viola\u00e7\u00e3o ao artigo&nbsp;14, (1), da Constitui\u00e7\u00e3o (Yoshida, 2013).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Dessa forma, o julgamento enfatizou a import\u00e2ncia da nacionalidade como&nbsp;status&nbsp;essencial para a prote\u00e7\u00e3o dos direitos fundamentais e a sua import\u00e2ncia&nbsp;para que a crian\u00e7a pudesse continuar a residir no Jap\u00e3o junto ao seu pai, o direito de votar, poder&nbsp;se&nbsp;candidatar&nbsp;a&nbsp;cargos&nbsp;p\u00fablicos, usufruir do sistema de seguran\u00e7a social e etc. Al\u00e9m disso, o tribunal reconheceu que o casamento dos pais do infante \u00e9 um assunto sobre o qual a beb\u00ea n\u00e3o det\u00e9m nenhum controle e, portanto, n\u00e3o pode ser penalizado por isso (King, 2009).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">\u00c0 luz dessas considera\u00e7\u00f5es, a Suprema Corte, por maioria dos votos,&nbsp;declarou a inconstitucionalidade parcial do art. 3, (1), da Lei de Nacionalidade&nbsp;em&nbsp;rela\u00e7\u00e3o&nbsp;ao&nbsp;requisito&nbsp;espec\u00edfico&nbsp;do&nbsp;casamento&nbsp;para&nbsp;a&nbsp;concess\u00e3o&nbsp;de&nbsp;nacionalidade \u00e0 crian\u00e7a ap\u00f3s o seu nascimento, haja vista a viola\u00e7\u00e3o do art. 14,&nbsp;(1) da&nbsp;Constitui\u00e7\u00e3o&nbsp;por submeter crian\u00e7as a uma situa\u00e7\u00e3o de discrimina\u00e7\u00e3o,&nbsp;apenas com base no momento do reconhecimento por parte do pai (Jap\u00e3o,&nbsp;2008).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">O segundo caso ocorreu em 4 de setembro de 2013, quando a Suprema&nbsp;Corte do Jap\u00e3o entendeu que a diferencia\u00e7\u00e3o dos quinh\u00f5es heredit\u00e1rios entre&nbsp;os herdeiros prevista no art. 900, (IV) do C\u00f3digo Civil (4)&nbsp;violava o artigo 14, (1), da Constitui\u00e7\u00e3o. Assim, a Suprema Corte do Jap\u00e3o declarou que o sistema de sucess\u00e3o japon\u00eas, que discriminava a crian\u00e7a ileg\u00edtima concebida fora do casamento, ao estabelecer um quinh\u00e3o heredit\u00e1rio menor do que o concebido dentro do casamento, era discriminat\u00f3rio e inconstitucional (Jap\u00e3o, 2013).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Importante mencionar que, em 1995, a corte foi suscitada a se manifestar&nbsp;sobre uma quest\u00e3o id\u00eantica, mas, devido \u00e0 maioria dos ju\u00edzes serem de ideologia&nbsp;conservadora,&nbsp;o&nbsp;caso&nbsp;foi&nbsp;julgado&nbsp;improcedente,&nbsp;sendo&nbsp;declarada&nbsp;a&nbsp;constitucionalidade da norma. A fundamenta\u00e7\u00e3o era de que esta reparti\u00e7\u00e3o&nbsp;desigual protegeria os interesses dos membros leg\u00edtimos da fam\u00edlia e, se&nbsp;desejassem, os pais dos filhos ileg\u00edtimos poderiam adot\u00e1\u2013los (legitimando\u2013os) ou&nbsp;especificar lhes&nbsp;um legado maior num testamento (Hasebe, 2015).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Por fim, o terceiro caso chegou \u00e0 Suprema Corte em 2015. A demandante&nbsp;suscitou a inconstitucionalidade do art. 733 do C\u00f3digo Civil (5)&nbsp;por impor \u00e0s&nbsp;mulheres a restri\u00e7\u00e3o de prazo de seis meses ap\u00f3s o div\u00f3rcio para a constitui\u00e7\u00e3o&nbsp;de um novo casamento. Devido a esta restri\u00e7\u00e3o, a requerente processou o&nbsp;japon\u00eas com base na Lei de Responsabilidade Estatal, buscando&nbsp;indeniza\u00e7\u00e3o por sofrimento emocional causado pela viola\u00e7\u00e3o de sua liberdade&nbsp;para poder contrair matrim\u00f4nio (JAP\u00c3O, 2015).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">De acordo com a maioria dos ju\u00edzes, a Dieta tem certa margem de&nbsp;manobra para legislar sobre o instituto do casamento, nos termos do artigo 24 da constitui\u00e7\u00e3o, no que diz respeito ao que constitui a base legal para o casamento, bem como quaisquer detalhes legais associados. Contudo, no entendimento do Tribunal, o art. 733 deve ser visto como um exemplo de abuso da discricionariedade legislativa, tendo em conta que o artigo 24, (2), da constitui\u00e7\u00e3o orienta a Dieta a prestar a m\u00e1xima aten\u00e7\u00e3o \u00e0 dignidade individual e \u00e0 igualdade de g\u00eanero.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Em seu julgamento, a corte entendeu que esse prop\u00f3sito trazido pela&nbsp;Dieta \u00e9 v\u00e1lido, no sentido de que contribui para os interesses da crian\u00e7a ao&nbsp;identificar definitivamente o pai, que \u00e9 o respons\u00e1vel legal pela assist\u00eancia&nbsp;financeira da crian\u00e7a. No entanto, para evitar a sobreposi\u00e7\u00e3o de presun\u00e7\u00f5es de&nbsp;paternidade bastaria uma veda\u00e7\u00e3o de cem dias. Assim, durante esse prazo&nbsp;presume\u2013se que o ex\u2013marido seria o pai do filho da ex\u2013mulher e caso a ex\u2013mulher&nbsp;opte por contrair novo casamento ap\u00f3s esse prazo de cem dias a presun\u00e7\u00e3o de&nbsp;que o novo marido \u00e9 o pai seria iniciada (Abe, 2019).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Portanto, a Suprema Corte declarou que a veda\u00e7\u00e3o legal deveria ser de&nbsp;apenas 100 dias, julgando inconstitucional o art. 733 por violar os artigos 14 e 24&nbsp;da Constitui\u00e7\u00e3o Japonesa, pois a restri\u00e7\u00e3o de novo casamento al\u00e9m de cem dias,&nbsp;n\u00e3o \u00e9 razo\u00e1vel. Contudo, apesar da declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade, a corte&nbsp;julgou improcedente o pedido de indeniza\u00e7\u00e3o da demandante (Jap\u00e3o, 2015).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">O Gabinete e a Dieta reagiram rapidamente a esta decis\u00e3o da Suprema&nbsp;Corte. O Gabinete imediatamente apresentou um projeto de lei para alterar o&nbsp;artigo 733, enquanto a Dieta a aprovou em junho de 2016. Atualmente, pelo&nbsp;artigo 733 alterado, as mulheres japonesas s\u00e3o obrigadas a esperar cem dias&nbsp;ap\u00f3s&nbsp;a&nbsp;dissolu\u00e7\u00e3o&nbsp;do&nbsp;v\u00ednculo&nbsp;anterior,&nbsp;bem&nbsp;como&nbsp;apresentar&nbsp;atestados&nbsp;fornecidos por m\u00e9dicos \u00e0 prefeitura comprovando que n\u00e3o est\u00e3o gr\u00e1vidas caso&nbsp;queiram se casar novamente (Abe, 2019).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Em conclus\u00e3o, podemos suscitar que as decis\u00f5es da Suprema Corte do&nbsp;Jap\u00e3o analisadas neste artigo exemplificam o papel fundamental do Poder&nbsp;Judici\u00e1rio na prote\u00e7\u00e3o dos direitos humanos e na promo\u00e7\u00e3o da igualdade perante&nbsp;a&nbsp;lei&nbsp;no&nbsp;contexto&nbsp;japon\u00eas.&nbsp;No&nbsp;primeiro&nbsp;precedente,&nbsp;a&nbsp;Corte&nbsp;enfatizou&nbsp;a import\u00e2ncia da nacionalidade como um status fundamental para a prote\u00e7\u00e3o dos direitos das crian\u00e7as e sua participa\u00e7\u00e3o na sociedade japonesa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">J\u00e1 no segundo processo, a Suprema Corte rejeitou uma discrimina\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica entre filhos leg\u00edtimos e ileg\u00edtimos no que diz respeito \u00e0 heran\u00e7a. Essa decis\u00e3o n\u00e3o apenas reconheceu a igualdade de direitos desses filhos, como tamb\u00e9m sinalizou a import\u00e2ncia de uma sociedade que n\u00e3o baseia os privil\u00e9gios e direitos em linhagens familiares tradicionais. Por fim, no terceiro caso, a Corte enfatizou a necessidade de considerar cuidadosamente as implica\u00e7\u00f5es de leis que afetam desproporcionalmente um g\u00eanero em detrimento do outro. Ao modificar a restri\u00e7\u00e3o a cem dias para constitui\u00e7\u00e3o de um novo casamento ap\u00f3s, a Suprema Corte enfatizou a obriga\u00e7\u00e3o do Estado de proteger a dignidade individual das mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Al\u00e9m disso, essas decis\u00f5es exemplificam a influ\u00eancia do movimento progressista dos magistrados de primeira inst\u00e2ncia sobre a Suprema Corte, destacando como a jurisprud\u00eancia evoluiu em resposta \u00e0s mudan\u00e7as na sociedade e nas expectativas em rela\u00e7\u00e3o aos direitos humanos e \u00e0 igualdade. No entanto, \u00e9 importante observar que essas transforma\u00e7\u00f5es na jurisprud\u00eancia n\u00e3o ocorreram sem resist\u00eancia e que, em alguns casos, a Suprema Corte havia decidido de forma diferente no passado. Isso destaca o dinamismo do sistema judicial e a import\u00e2ncia da interpreta\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o em um contexto em constante evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Em \u00faltima an\u00e1lise, as decis\u00f5es da Suprema Corte do Jap\u00e3o nestes casos representam um avan\u00e7o significativo na&nbsp;&nbsp;promo\u00e7\u00e3o dos direitos humanos e na igualdade perante a lei nas terras nip\u00f4nicas. Elas refletem o compromisso do Poder Judici\u00e1rio em corrigir injusti\u00e7as, proteger a dignidade individual e garantir que a Constitui\u00e7\u00e3o japonesa seja respeitada e aplicada de forma justa. Entretanto, essas senten\u00e7as tamb\u00e9m servem como lembretes de que a luta pela igualdade e pelos direitos humanos \u00e9 cont\u00ednua e requer a vigil\u00e2ncia constante de todas as institui\u00e7\u00f5es e cidad\u00e3os comprometidos com esses valores fundamentais.&nbsp;]<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>Reda\u00e7\u00e3o e Opini\u00e3o Cr\u00edtica Por:<\/strong>&nbsp;Denilson Menezes Carvalho<strong>Revis\u00e3o Especializada Por:<\/strong>&nbsp;Paula Michima, Ang\u00e9lica Alencar, Maur\u00edcio Luiz&nbsp;Borges Ramos Dias<\/p>\n\n\n\n<h6><\/h6>\n\n\n\n<p><strong>LEGENDAS:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">1&nbsp;Artigo 14. Todas as pessoas s\u00e3o iguais perante a lei e n\u00e3o dever\u00e1 acontecer discrimina\u00e7\u00e3o nas rela\u00e7\u00f5es&nbsp;pol\u00edticas, econ\u00f4micas e sociais por causa de ra\u00e7a, credo, g\u00eanero, posi\u00e7\u00e3o social ou origem familiar.&nbsp;Os nobres e a nobreza n\u00e3o ser\u00e3o reconhecidos.&nbsp;Nenhum privil\u00e9gio, condecora\u00e7\u00e3o honor\u00e1ria ou distin\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser entregue aos indiv\u00edduos que&nbsp;possuam esse status durante suas vidas.&nbsp;(JAP\u00c3O, 1947).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">2&nbsp;Article 3(1)&nbsp;\u7b2c\u4e09\u6761\u7236\u53c8\u306f\u6bcd\u304c\u8a8d\u77e5\u3057\u305f\u5b50\u3067\u5341\u516b\u6b73\u672a\u6e80\u306e\u3082\u306e\uff08\u65e5\u672c\u56fd\u6c11\u3067\u3042\u3064\u305f\u8005\u3092\u9664\u304f\u3002\uff09&nbsp;\u306f\u3001\u8a8d\u77e5\u3092\u3057\u305f\u7236\u53c8\u306f\u6bcd\u304c\u5b50\u306e\u51fa\u751f\u306e\u6642\u306b\u65e5\u672c\u56fd\u6c11\u3067\u3042\u3064\u305f\u5834\u5408\u306b\u304a\u3044\u3066\u3001\u305d\u306e\u7236\u53c8\u306f\u6bcd\u304c\u73fe&nbsp;\u306b\u65e5\u672c\u56fd\u6c11\u3067\u3042\u308b\u3068\u304d\u3001\u53c8\u306f\u305d\u306e\u6b7b\u4ea1\u306e\u6642\u306b\u65e5\u672c\u56fd\u6c11\u3067\u3042\u3064\u305f\u3068\u304d\u306f\u3001\u6cd5\u52d9\u5927\u81e3\u306b\u5c4a\u3051\u51fa\u308b\u3053&nbsp;\u3068\u306b\u3088\u3064\u3066\u3001\u65e5\u672c\u306e\u56fd\u7c4d\u3092\u53d6\u5f97\u3059\u308b\u3053\u3068\u304c\u3067\u304d\u308b\u3002(Se uma crian\u00e7a reconhecida pelo pai ou pela&nbsp;m\u00e3e tiver menos de dezoito anos de idade (excluindo uma crian\u00e7a que j\u00e1 foi cidad\u00e3 japonesa) e o pai ou&nbsp;m\u00e3e que reconhece era cidad\u00e3o japon\u00eas no momento do nascimento da crian\u00e7a, a cidadania japonesa&nbsp;pode ser adquirido por notifica\u00e7\u00e3o ao Ministro da Justi\u00e7a se o pai ou a m\u00e3e for atualmente cidad\u00e3o&nbsp;japon\u00eas ou o era no momento da morte.)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">(\uff12)\u524d\u9805\u306e\u898f\u5b9a\u306b\u3088\u308b\u5c4a\u51fa\u3092\u3057\u305f\u8005\u306f\u3001\u305d\u306e\u5c4a\u51fa\u306e\u6642\u306b\u65e5\u672c\u306e\u56fd\u7c4d\u3092\u53d6\u5f97\u3059\u308b\u3002(A pessoa que&nbsp;fizer a notifica\u00e7\u00e3o nos termos do par\u00e1grafo anterior adquirir\u00e1 a cidadania japonesa no momento da&nbsp;notifica\u00e7\u00e3o).&nbsp;(JAP\u00c3O, 1950).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">3&nbsp;Artigo 10. As condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para ser um cidad\u00e3o japon\u00eas dever\u00e3o ser determinadas por lei&nbsp;(Jap\u00e3o, 1947).&nbsp;4&nbsp;Article 900\u7b2c\u4e5d\u767e\u6761\u540c\u9806\u4f4d\u306e\u76f8\u7d9a\u4eba\u304c\u6570\u4eba\u3042\u308b\u3068\u304d\u306f\u3001\u305d\u306e\u76f8\u7d9a\u5206\u306f\u3001\u6b21\u306e\u5404\u53f7\u306e\u5b9a\u3081\u308b\u3068\u3053\u308d\u306b\u3088\u308b\u3002(Havendo dois ou mais herdeiros do mesmo lugar na linha sucess\u00f3ria, as suas quotas\u2013partes&nbsp;na heran\u00e7a s\u00e3o as prescritas nos n\u00fameros seguintes):&nbsp;(i)\u4e00\u5b50\u53ca\u3073\u914d\u5076\u8005\u304c\u76f8\u7d9a\u4eba\u3067\u3042\u308b\u3068\u304d\u306f\u3001\u5b50\u306e\u76f8\u7d9a\u5206\u53ca\u3073\u914d\u5076\u8005\u306e\u76f8\u7d9a\u5206\u306f\u3001\u5404\u4e8c\u5206\u306e\u4e00&nbsp;\u3059&nbsp;\u308b\u3002(se um filho ou filhos e um c\u00f4njuge forem os herdeiros, a parte do filho ou dos filhos na heran\u00e7a&nbsp;ser\u00e1 a metade e a parte do c\u00f4njuge na heran\u00e7a ser\u00e1 a metade);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">(ii)\u4e8c\u914d\u5076\u8005\u53ca\u3073\u76f4\u7cfb\u5c0a\u5c5e\u304c\u76f8\u7d9a\u4eba\u3067\u3042\u308b\u3068\u304d\u306f\u3001\u914d\u5076\u8005\u306e\u76f8\u7d9a\u5206\u306f\u3001\u4e09\u5206\u306e\u4e8c\u3068\u3057\u3001\u76f4\u7cfb\u5c0a\u5c5e&nbsp;\u306e\u76f8\u7d9a\u5206\u306f\u3001\u4e09\u5206\u306e\u4e00\u3068\u3059\u308b\u3002(se o c\u00f4njuge e um ascendente ou ascendentes lineares forem os&nbsp;herdeiros, a parte do c\u00f4njuge na heran\u00e7a \u00e9 de dois ter\u00e7os e a parte do ascendente ou ascendentes&nbsp;lineares na heran\u00e7a \u00e9 de um ter\u00e7o);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">(iii)\u4e09\u914d\u5076\u8005\u53ca\u3073\u5144\u5f1f\u59c9\u59b9\u304c\u76f8\u7d9a\u4eba\u3067\u3042\u308b\u3068\u304d\u306f\u3001\u914d\u5076\u8005\u306e\u76f8\u7d9a\u5206\u306f\u3001\u56db\u5206\u306e\u4e09\u3068\u3057\u3001\u5144\u5f1f\u59c9\u59b9&nbsp;\u306e\u76f8\u7d9a\u5206\u306f\u3001\u56db\u5206\u306e\u4e00\u3068\u3059\u308b\u3002&nbsp;(se um c\u00f4njuge e um irm\u00e3o ou irm\u00e3os forem herdeiros, a parte do&nbsp;c\u00f4njuge nos bens \u00e9 de tr\u00eas quartos e a parte dos irm\u00e3os nos bens \u00e9 de um quarto;)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">(iv)\u56db\u5b50\u3001\u76f4\u7cfb\u5c0a\u5c5e\u53c8\u306f\u5144\u5f1f\u59c9\u59b9\u304c\u6570\u4eba\u3042\u308b\u3068\u304d\u306f\u3001\u5404\u81ea\u306e\u76f8\u7d9a\u5206\u306f\u3001\u76f8\u7b49\u3057\u3044\u3082\u306e\u3068\u3059\u308b\u3002\u305f&nbsp;\u3060\u3057\u3001\u7236\u6bcd\u306e\u4e00\u65b9\u306e\u307f\u3092\u540c\u3058\u304f\u3059\u308b\u5144\u5f1f\u59c9\u59b9\u306e\u76f8\u7d9a\u5206\u306f\u3001\u7236\u6bcd\u306e\u53cc\u65b9\u3092\u540c\u3058\u304f\u3059\u308b\u5144\u5f1f\u59c9\u59b9\u306e&nbsp;\u76f8\u7d9a\u5206\u306e\u4e8c\u5206\u306e\u4e00\u3068\u3059\u308b\u3002(se houver dois ou mais filhos, ascendentes diretos ou irm\u00e3os, cada parte&nbsp;da heran\u00e7a ser\u00e1 igual; desde que, no entanto, a parte de um irm\u00e3o que tenha apenas um dos pais em&nbsp;comum com o falecido seja metade do parte de um irm\u00e3o que tem ambos os pais em comum&nbsp;com o&nbsp;falecido).&nbsp;(JAP\u00c3O, 1886).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">5&nbsp;Article 733(1)&nbsp;\u7b2c\u4e03\u767e\u4e09\u5341\u4e09\u6761\u5973\u306f\u3001\u524d\u5a5a\u306e\u89e3\u6d88\u53c8\u306f\u53d6\u6d88\u3057\u306e\u65e5\u304b\u3089\u516d\u7b87\u6708\u3092\u7d4c\u904e\u3057\u305f\u5f8c\u3067\u306a\u3051&nbsp;\u308c\u3070\u3001\u518d\u5a5a\u3092\u3059\u308b\u3053\u3068\u304c\u3067\u304d\u306a\u3044\u3002&nbsp;(Uma mulher n\u00e3o pode casar novamente antes de terem&nbsp;decorrido seis meses desde o dia da dissolu\u00e7\u00e3o ou cancelamento com efeitos prospectivos do seu&nbsp;casamento anterior.)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">\uff12\u5973\u304c\u524d\u5a5a\u306e\u89e3\u6d88\u53c8\u306f\u53d6\u6d88\u3057\u306e\u524d\u304b\u3089\u61d0\u80ce\u3057\u3066\u3044\u305f\u5834\u5408\u306b\u306f\u3001\u305d\u306e\u51fa\u7523\u306e\u65e5&nbsp;\u3089\u3001\u524d\u9805\u306e\u898f\u5b9a&nbsp;\u3092\u9069\u7528\u3057\u306a\u3044\u3002(Se a mulher conceber um filho antes da dissolu\u00e7\u00e3o ou anula\u00e7\u00e3o do casamento&nbsp;anterior, o disposto no n\u00famero anterior n\u00e3o se aplica a partir do dia do parto.)&nbsp;(JAP\u00c3O, 1886).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">6&nbsp;Artigo 24. O casamento dever\u00e1 ter como base apenas a uni\u00e3o consensual de ambos os sexos e dever\u00e1&nbsp;ser mantido em comum acordo e com direitos iguais entre o homem e a mulher.&nbsp;Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 escolha do c\u00f4njuge, direito de bens, heran\u00e7a, escolha domiciliar, div\u00f3rcio e outros&nbsp;assuntos concernentes ao casamento e \u00e0 fam\u00edlia, as leis dever\u00e3o ser promulgadas do ponto de vista da&nbsp;dignidade individual e a equidade essencial dos g\u00eaneros&nbsp;(Jap\u00e3o, 1947)<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">ABE, Keisuke Mark. Family Law Reform through Constitutional Litigation?&nbsp;The Persistence of Fossilized Rules and Challenges for the Japanese Supreme&nbsp;Court.&nbsp;Seikei H\u00f4gaku&nbsp;n. 91, p. 81\u201395, 2019.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">CARVALHO, Denilson Menezes.&nbsp;A Suprema Corte Japonesa: entre a&nbsp;jurisdi\u00e7\u00e3o&nbsp;constitucional&nbsp;e&nbsp;o&nbsp;passivismo&nbsp;judicial.&nbsp;Disserta\u00e7\u00e3o&nbsp;(mestrado)&nbsp;\u2013&nbsp;Universidade Cat\u00f3lica de Bras\u00edlia, Programa de P\u00f3s\u2013Gradua\u00e7\u00e3o Stricto Sensu&nbsp;em Direito, 2023b.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">CARVALHO.&nbsp;Denilson&nbsp;Menezes.&nbsp;Uma&nbsp;An\u00e1lise&nbsp;do&nbsp;Papel&nbsp;do&nbsp;Poder&nbsp;Judici\u00e1rio na Concretiza\u00e7\u00e3o dos Direitos Humanos no Jap\u00e3o: Progressos e&nbsp;Desafios.&nbsp;Coordenadoria de Estudos da \u00c1sia. Recife, p.1\u20136, 2023a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">HASEBE,&nbsp;Yasuo.&nbsp;Cases&nbsp;of&nbsp;the&nbsp;Supreme&nbsp;Court&nbsp;of&nbsp;Japan.&nbsp;2015.&nbsp;Dispon\u00edvel&nbsp;em:&nbsp;https:\/\/blog\u2013iacl\u2013aidc.org\/new\u2013blog\/2018\/5\/27\/cases\u2013of\u2013the\u2013&nbsp;supreme\u2013court\u2013of\u2013japan. Acesso em: 15 set. 2023.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">HIRONARI, Momioka. Awakening from Inertia?: a case comment of the&nbsp;latest&nbsp;supreme&nbsp;court&nbsp;decision&nbsp;on&nbsp;equality.&nbsp;Boletim&nbsp;da&nbsp;Universidade&nbsp;de&nbsp;Hokkaido,&nbsp;[S.L.],&nbsp;v.&nbsp;68,&nbsp;n.&nbsp;1,&nbsp;p.&nbsp;29\u201337,&nbsp;ago.&nbsp;2017.&nbsp;\u5317\u6d77\u9053\u6559\u80b2\u5927\u5b66.&nbsp;http:\/\/dx.doi.org\/10.32150\/00006595.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">JAP\u00c3O. Constitui\u00e7\u00e3o (1886). Lei n\u00ba 89, de 27 de abril de 1886.&nbsp;C\u00f3digo&nbsp;Civil.&nbsp;T\u00f3quio,&nbsp;27&nbsp;abr.&nbsp;1886.&nbsp;Dispon\u00edvel&nbsp;em:&nbsp;https:\/\/www.japaneselawtranslation.go.jp\/en\/laws\/view\/4275. Acesso em: 23 out. 2023.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">JAP\u00c3O.&nbsp;Constitui\u00e7\u00e3o (1947), (Kenp\u014d).&nbsp;T\u00f3quio,&nbsp;cap\u00edtulo&nbsp;III,&nbsp;art. 14.&nbsp;Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.br.emb\u2013japan.go.jp\/cultura\/constituicao.html. Acesso&nbsp;em: 25 nov. 2022.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">JAP\u00c3O. Lei n\u00ba 147, de 04 de maio de 1950.&nbsp;Lei da Nacionalidade.&nbsp;T\u00f3quio,&nbsp;04&nbsp;maio&nbsp;1950.&nbsp;Dispon\u00edvel&nbsp;em:&nbsp;https:\/\/www.japaneselawtranslation.go.jp\/en\/laws\/view\/4366. Acesso em: 23 out. 2023<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">JAP\u00c3O.&nbsp;Suprema&nbsp;Corte&nbsp;do&nbsp;Jap\u00e3o&nbsp;(Saik\u014dsaibansho).&nbsp;62&nbsp;Saibansho&nbsp;Minjihanreiswh\u016b n\u00ba 1376 [MINSH\u016a].&nbsp;T\u00f3quio, 04 jun. 2008.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">JAP\u00c3O.&nbsp;Suprema&nbsp;Corte&nbsp;do&nbsp;Jap\u00e3o&nbsp;(Saik\u014dsaibansho).&nbsp;67&nbsp;Saibansho&nbsp;Minjihanreiswh\u016b n\u00ba 1320 [MINSH\u016a].&nbsp;T\u00f3quio, 04 set. 2013<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">JAP\u00c3O.&nbsp;Suprema&nbsp;Corte&nbsp;do&nbsp;Jap\u00e3o&nbsp;(Saik\u014dsaibansho).&nbsp;69&nbsp;Saibansho&nbsp;Minjihanreiswh\u016b n\u00ba 2586 [MINSH\u016a]. T\u00f3quio, 16 dez. 2015.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">JONES,&nbsp;Colin.&nbsp;Legitimacy\u2013Based&nbsp;Discrimination&nbsp;and&nbsp;the&nbsp;Development of the Judicial Power in Japan as Seen through Two Supreme&nbsp;Court Cases. E. Asia L. Rev., v. 9, p. 99, 2013.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">KING, Rachel Brehm. Redefining motherhood: discrimination in legal&nbsp;parenthood in Japan.&nbsp;Pac. Rim L. &amp; Pol\u2019y J., v. 18, p. 189, 2009.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">NASU,&nbsp;Hitoshi.&nbsp;Constitutionality&nbsp;of&nbsp;the&nbsp;Japanese&nbsp;Nationality&nbsp;Act:&nbsp;A&nbsp;commentary on the Supreme Court\u2019s decision on 4 June 2008.&nbsp;Journal of&nbsp;Japanese Law, v. 13, n. 26, p. 101\u2013116, 2008.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">YOSHIDA,&nbsp;Kashimi.&nbsp;Japanese&nbsp;Baby&nbsp;Hatches&nbsp;and&nbsp;Unmarried&nbsp;Mothers\/Children Born Out of Wedlock\u2013A Comparison with German Babyklappen&nbsp;and American Safe Haven Laws.&nbsp;Ars Vivendi Journal, p. 25\u201341, 2013.<a href=\"https:\/\/sites.ufpe.br\/cea\/2023\/10\/31\/artigo-de-opiniao-perspectivas-em-mudanca-o-impacto-das-decisoes-da-suprema-corte-na-garantia-dos-direitos-fundamentais-no-japao\/\"><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reda\u00e7\u00e3o e opini\u00e3o cr\u00edtica por: Denilson Menezes CarvalhoRevis\u00e3o especializada por: Paula Michima, Ang\u00e9lica Alencar, Maur\u00edcio LuizBorges Ramos Dias Imagem: Wikimedia Commons Como tratado no\u00a0artigo de opini\u00e3o\u00a0sobre o desenvolvimento inicial do\u00a0papel do Poder Judici\u00e1rio na concretiza\u00e7\u00e3o dos direitos humanos no Jap\u00e3o,\u00a0previamente publicado na CE\u00c1SIA, foi apresentado como os ju\u00edzes nip\u00f4nicos\u00a0vem desempenhando um papel fundamental para a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":17,"featured_media":6979,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":9,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0},"categories":[3,111,16],"tags":[29,40,54],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6978"}],"collection":[{"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/17"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=6978"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6978\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6985,"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/6978\/revisions\/6985"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/6979"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=6978"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=6978"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=6978"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}