{"id":3932,"date":"2021-08-26T12:20:32","date_gmt":"2021-08-26T15:20:32","guid":{"rendered":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/?p=3932"},"modified":"2021-08-26T12:24:17","modified_gmt":"2021-08-26T15:24:17","slug":"elic-entrevista-felipe-medeiros-tradutor-de-o-inferno-das-garotas-do-autor-japones-yumeno-kyusaku-parte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/?p=3932","title":{"rendered":"ELIC entrevista Felipe Medeiros, tradutor de \u201cO inferno das garotas\u201d, do autor japon\u00eas Yumeno Ky\u016bsaku \u2013 Parte 2"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Perguntas feitas por:&nbsp;<\/strong>Agatha Garibe (contato@agathagaribe.com.br) e Amanda de Morais (amndmorais@gmail.com)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o, organiza\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o do texto<\/strong>: Amanda Serafim (amandakss25@gmail.com), Maria Gabriela Pedrosa (mariagpedrosa@gmail.com) e Rayane S\u00e1tiro (satirorayane9@gmail.com).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Curadoras<\/strong>: Ang\u00e9lica Alencar e Paula Michima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Arte e edi\u00e7\u00e3o de \u00e1udio:<\/strong>&nbsp;Assucena Maria (assucena.ms@hotmail.com).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">\u274a<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Dando continuidade \u00e0 entrevista de Felipe Medeiros (<a href=\"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/?p=3799\" class=\"ek-link\">veja aqui a primeira parte<\/a>)&nbsp;, tradutor do livro <em>O inferno das garotas <\/em>(1936), de Yumeno Ky\u016bsaku, para o <strong>ELIC, <\/strong>grupo pertencente \u00e0 curadoria de Assuntos do Jap\u00e3o, vamos \u00e0 segunda parte, essa mais centrada na quest\u00e3o de g\u00eanero, tem\u00e1tica proeminente nos contos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">No entanto, antes de adentrar novamente nas palavras de Felipe Medeiros, dessa vez intermediadas de forma atenta e precisa por Amanda de Morais, o tradutor nos concedeu um \u00e1udio com uma declama\u00e7\u00e3o de um trecho e uma pequena, mas singular e delicada, aprecia\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"http:\/\/ceasiaufpe.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/video-output-C3233A79-49E5-4F87-A7B0-367C7D93B0AF.mp3\"><\/audio><figcaption>Felipe Medeiros l\u00ea e comenta breve trecho do livro \u201cO inferno das garotas\u201d<br><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-ek-typography\" style=\"font-size:30px;--ek-font-family:'Average Sans', sans-serif\"><strong>Parte 2<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>AMANDA DE MORAIS: Como voc\u00ea acha que a realidade de Yumeno Ky\u016bsaku o influenciou na retrata\u00e7\u00e3o das mulheres em seus contos?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>FELIPE MEDEIROS:<\/strong> Essa pergunta vai em dire\u00e7\u00e3o a algumas das respostas que j\u00e1 dei. Mas acho que \u00e9 preciso, de novo, certa cautela quando falamos de \u201crealidade\u201d. O que queremos dizer com isso? A princ\u00edpio, parece que temos de falar dos principais acontecimentos da era Taish\u014d (1912-1926) e Sh\u014dwa (1926-1989), durante as quais Ky\u016bsaku viveu, para s\u00f3 ent\u00e3o falar de como ele \u201cretratou\u201d essas personagens. Mas talvez o caminho inverso seja mais rico, no sentido de que hist\u00f3rias do Jap\u00e3o j\u00e1 abundam em diversos idiomas, mas as obras de Ky\u016bsaku, n\u00e3o. Quero dizer com isso que a realidade n\u00e3o me parece nunca algo dado, mas, sim, constru\u00eddo a cada vez, seja pelas for\u00e7as pol\u00edticas e econ\u00f4micas que dominam (ou tentam dominar) uma na\u00e7\u00e3o e seus cidad\u00e3os, seja pelas for\u00e7as e contra for\u00e7as da arte, que recriam essa mesma ideia de realidade em outros par\u00e2metros, coordenadas, paix\u00f5es. Para mim, o sentido da hist\u00f3ria ficcional e factual nunca est\u00e1 dado de antem\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Ent\u00e3o, a singularidade desse escritor talvez esteja exatamente naquilo que ele conseguiu evitar, revisar, desconstruir, ressignificar. Por exemplo, numa era de ultranacionalismo e militariza\u00e7\u00e3o crescente, por que algu\u00e9m n\u00e3o escreveria sobre isso? Por que falar de mulheres? Por que dar voz a algumas dessas mulheres e meninas? Que inferno \u00e9 esse? O pr\u00f3prio t\u00edtulo j\u00e1 oferece um desafio: o inferno pertence \u00e0s garotas ou \u00e9 o inverso? Trata-se de um livro em que se conta como mulheres dominam um espa\u00e7o infernal ou de como elas s\u00e3o dominadas e massacradas no inferno da sociedade japonesa, das tradi\u00e7\u00f5es, sempre exaltadas por homens falsos e amb\u00edguos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Mais do que tentar responder, jogo de volta essas perguntas para os leitores e leitoras que v\u00e3o encarar esse livro de Ky\u016bsaku, na esperan\u00e7a de que n\u00e3o aceitemos mais solu\u00e7\u00f5es f\u00e1ceis e dadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>AM: A retrata\u00e7\u00e3o da morte \u00e9 tema persistente no livro. Voc\u00ea acha que o autor trouxe alguma nova perspectiva acerca de tal elemento na constru\u00e7\u00e3o de sua narrativa?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>FM:<\/strong> A quest\u00e3o da morte me parece estar bastante ligada ao inferno mesmo. Na primeira p\u00e1gina do primeiro conto, o m\u00e9dico menciona o inferno de <em>Avici<\/em> (<em>muken jigoku<\/em>), que \u00e9 o \u00faltimo dos infernos de certas tradi\u00e7\u00f5es budistas, aquele destinado ao sofrimento incessante dos que assassinaram os pais, criaram cis\u00f5es em seitas budistas e fizeram um Buda sangrar. E o m\u00e9dico fala desse inferno referindo-se a uma mulher que n\u00e3o fez nada disso. Ent\u00e3o, o que ela fez? A leitura do livro me faz pensar numa poss\u00edvel resposta: nasceu mulher. E mais, uma mulher inconformada com a morosidade da vida, que buscou transcender seus limites. Todas as mulheres e meninas desse livro me parecem, de alguma forma, estar nesse movimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Portanto, a grande (imensa!) novidade que eu vejo nesse livro, especialmente na quest\u00e3o da morte, \u00e9 que, de um lado, n\u00e3o existe heroiciza\u00e7\u00e3o da morte, nem mesmo um cl\u00edmax a se chegar, porque todas as mortes est\u00e3o anunciadas logo nas primeiras p\u00e1ginas. Por outro lado, se a quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 o momento clim\u00e1tico da morte, me parece que o que est\u00e1 em jogo \u00e9 o meio do caminho mesmo. O processo social, afetivo e psicol\u00f3gico que fez com que essas mulheres e meninas n\u00e3o vissem outra escolha al\u00e9m da morte, como fuga de uma opress\u00e3o que lhes parecia inescap\u00e1vel. Essa vis\u00e3o nada masculinizada, mas compassiva e aberta, me parece uma das grandes surpresas desse livro. Cheguei esperando um texto brutal, e achei sensibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>AM: Como voc\u00ea conseguiu enxergar a perspectiva de g\u00eanero por meio da narra\u00e7\u00e3o do autor? Foi poss\u00edvel perceber marcadores de g\u00eanero da l\u00edngua como influenciadores da narrativa?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>FM:<\/strong> A narrativa nesse livro \u00e9 algo necessariamente complexo pelo simples fato de serem cartas. Assim, o tempo todo, sinto que devemos nos perguntar: quem est\u00e1 falando mesmo? Quando, no primeiro conto, o m\u00e9dico narra por mais de cinquenta p\u00e1ginas sua hist\u00f3ria com a enfermeira, \u00e9 muito f\u00e1cil perder de vista que ele \u00e9 o autor de todas aquelas palavras, mesmo as da enfermeira, de sua esposa e da \u201ctia\u201d da enfermeira. Mas tudo isso \u00e9 feito com sutileza deslumbrante, pois Ky\u016bsaku nunca quebra a \u201cquarta parede\u201d como que para nos avisar: \u201cLeitor, isso \u00e9 uma carta. N\u00e3o se esque\u00e7a, viu?\u201d. Isso fica a cargo do pr\u00f3prio leitor, \u00e9 seu \u00f4nus. Tal movimento \u00e9 complexificado nos outros contos, especialmente no \u00faltimo, que come\u00e7a com uma s\u00e9rie de artigos de jornais e desemboca numa longa carta de uma colegial, contando a hist\u00f3ria de sua vida. No processo de tradu\u00e7\u00e3o, foi preciso sempre estar atento a quem estava falando, de modo a transmitir ao leitor de l\u00edngua portuguesa as ambiguidades recorrentes no texto. Pois \u00e9 muito comum, no japon\u00eas, a omiss\u00e3o do sujeito, porque h\u00e1 outros marcadores sint\u00e1ticos e morfol\u00f3gicos que permitem saber quem \u00e9 quem (se \u00e9 homem, mulher, menino, menina, algu\u00e9m de hierarquia maior ou menor, mais velho ou n\u00e3o, e assim por diante). Quebrar essa ambiguidade seria, para mim, indesej\u00e1vel, porque faz parte, ademais, da forma com que um outro povo, uma outra cultura, enxerga e faz sentido do mundo. Sinto que minha tarefa foi servir de ponte para o leitor come\u00e7ar a chegar a esse outro espa\u00e7o. E isso tem tudo a ver com a quest\u00e3o de entender quem falava nessa narrativa t\u00e3o marcada pelo g\u00eanero (como o \u00e9 a sociedade japonesa h\u00e1 s\u00e9culos, embora de diferentes maneiras).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>AM: O japon\u00eas como l\u00edngua n\u00e3o \u201cgenerificada\u201d, em compara\u00e7\u00e3o a idiomas como portugu\u00eas e alem\u00e3o, trouxe algum desafio para o trabalho de tradu\u00e7\u00e3o no que se refere \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de sentido acerca das mulheres que s\u00e3o narradas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>FM<\/strong>: Eu diria exatamente o contr\u00e1rio sobre o idioma japon\u00eas! Existem part\u00edculas e pronomes que uma mulher ou um homem nunca diriam. Como disse anteriormente, \u00e9 comun\u00edssimo na literatura japonesa haver p\u00e1ginas e mais p\u00e1ginas de di\u00e1logo sem que haja explicitado quem foi que disse. Isto porque, para dar apenas um exemplo, uma frase \u201cnunca\u201d ser\u00e1 terminada com um \u201c<em>wa<\/em>\u201d por um homem. Coloco o nunca entre aspas, porque quem sou eu para dizer que determinada coisa nunca ocorrer\u00e1. L\u00e1 no per\u00edodo Heian (794-1185), o grande poeta Ki no Tsurayuki escreveu o famoso <em>Tosa nikki<\/em> (Di\u00e1rio de Tosa) todo em <em>kana<\/em>, que \u00e9 o alfabeto <em>katakana<\/em> de hoje em dia, criado por mulheres para poderem escrever sem usar <em>kanji<\/em> (escrita chinesa). O g\u00eanero do di\u00e1rio j\u00e1 tinha longa tradi\u00e7\u00e3o na literatura japonesa, mas, entre homens, era de praxe servir a relat\u00f3rios de servi\u00e7o e ser escrito em chin\u00eas. Ki no Tsurayuki n\u00e3o s\u00f3 lan\u00e7a este di\u00e1rio todo em <em>kana<\/em>, como o escreve com um pseud\u00f4nimo de mulher. Portanto, quem sou eu, de novo, para dar sentido \u00faltimo a uma \u00e9poca!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Quanto \u00e0 tradu\u00e7\u00e3o especificamente, infelizmente \u00e9 imposs\u00edvel ser ponte larga o suficiente para passar todos os elementos de um idioma para outro. Quando, por exemplo, no terceiro conto, certa personagem usa o pronome <em>wagahai<\/em>, eu n\u00e3o pude simplesmente traduzir por \u201ceu\u201d. Depois de Natsume Soseki, com seu livro <em>Wagahai wa neko de aru<\/em> (<em>Eu sou um gato<\/em>), nunca mais se usou tal pronome da mesma maneira. Ent\u00e3o, eu tive de encontrar uma solu\u00e7\u00e3o que remetesse a Natsume e, ainda, adicionei uma nota de rodap\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Vale dizer que n\u00e3o tive pudor em adicionar notas. Meu \u00fanico cuidado foi em n\u00e3o fechar o sentido de determinadas passagens para o que eu, tradutor, estava entendendo. Apenas as escrevi quando percebi que s\u00f3 quem soubesse japon\u00eas teria acesso a tal informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>AM: Voc\u00ea acha que o autor pretendeu construir ou exibir a imagem de um padr\u00e3o de feminilidade por meio dos contos? Que tipo de imag\u00e9tico acerca da mulher japonesa voc\u00ea acha que p\u00f4de ser entendido atrav\u00e9s das hist\u00f3rias?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"><strong>FM:<\/strong> N\u00e3o sei se ele quis, com essas personagens femininas, construir uma esp\u00e9cie de padr\u00e3o ou arqu\u00e9tipo de japonesa. Talvez ele tenha querido mostrar algumas das v\u00e1rias mazelas por que passam, mas n\u00e3o construir personagens-tipo, por assim dizer. De in\u00edcio, eu, que fiz meu mestrado em <em>O idiota<\/em>, de Dostoi\u00e9vski, no qual h\u00e1 uma das grandes personagens femininas da literatura russa, a Nast\u00e1cia Fill\u00edpovna, imaginei que se trataria de um livro com mulheres fatais. Imaginei que o autor gostaria de mostr\u00e1-las vingando-se a todo custo. O que existe, mas n\u00e3o as encerra por completo de maneira alguma, em minha opini\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Imagino que Ky\u016bsaku estava, como mencionei antes, se posicionando contra certos padr\u00f5es masculinos de escrita, que tamb\u00e9m encontramos no Ocidente aos montes. Primeiro, contra uma narrativa completamente racional, que aloca a mulher numa posi\u00e7\u00e3o estanque por conta de sua fisiologia. Segundo, contra uma narrativa fetichista da mulher, ou seja, que apenas enxerga nela um conjunto de partes que servem para seu pr\u00f3prio prazer ou satisfa\u00e7\u00e3o. Terceiro, contra uma narrativa que n\u00e3o coloque a mulher numa posi\u00e7\u00e3o desigual \u00e0 do homem nem \u00e0 de ningu\u00e9m. Isto me parece feito, com acuidade, quando Ky\u016bsaku d\u00e1, integralmente, voz \u00e0s mulheres e \u00e0s meninas que povoam esses contos. Neste sentido, acredito que, se h\u00e1 personagens-tipo, seriam os homens, todos ocupando, de um jeito ou de outro, uma posi\u00e7\u00e3o social superior \u00e0 das mulheres. Mas isto \u00e9 apenas uma hip\u00f3tese.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" width=\"1000\" height=\"599\" src=\"http:\/\/ceasiaufpe.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/entrevista1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3939\" srcset=\"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/entrevista1.jpg 1000w, https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/entrevista1-300x180.jpg 300w, https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/entrevista1-768x460.jpg 768w, https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/entrevista1-816x489.jpg 816w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" width=\"1000\" height=\"566\" src=\"http:\/\/ceasiaufpe.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/entrevista2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3940\" srcset=\"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/entrevista2.jpg 1000w, https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/entrevista2-300x170.jpg 300w, https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/entrevista2-768x435.jpg 768w, https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/entrevista2-816x462.jpg 816w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><figcaption>Figura 1: Recompensas para quem comprar o livro no projeto do Catarse (Divulga\u00e7\u00e3o). Link para acessar o projeto: https:\/\/www.catarse.me\/shojojigoku.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">\u274a<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Contatos de Felipe Medeiros:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>E-mail:&nbsp;<\/strong><a href=\"mailto:felipemp@hotmail.com\">felipemp93@hotmail.com<\/a><a href=\"mailto:felipemp@hotmail.com\"><\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Facebook:&nbsp;<\/strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/haruka.shizukawa\/\">https:\/\/www.facebook.com\/haruka.shizukawa\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Instagram:&nbsp;<\/strong>@sometwothree<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Contatos da Editora Laboralivros:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Twitter<\/strong>:&nbsp;<a href=\"https:\/\/twitter.com\/laboralivros\">https:\/\/twitter.com\/laboralivros<\/a><a href=\"https:\/\/twitter.com\/laboralivros\"><\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Facebook<\/strong>:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/laboralivros\">https:\/\/www.facebook.com\/laboralivros<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Instagram<\/strong>: @laboralivros<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Perguntas feitas por:&nbsp;Agatha Garibe (contato@agathagaribe.com.br) e Amanda de Morais (amndmorais@gmail.com) Produ\u00e7\u00e3o, organiza\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o do texto: Amanda Serafim (amandakss25@gmail.com), Maria Gabriela Pedrosa (mariagpedrosa@gmail.com) e Rayane S\u00e1tiro (satirorayane9@gmail.com). Curadoras: Ang\u00e9lica Alencar e Paula Michima. Arte e edi\u00e7\u00e3o de \u00e1udio:&nbsp;Assucena Maria (assucena.ms@hotmail.com). \u274a Dando continuidade \u00e0 entrevista de Felipe Medeiros (veja aqui a primeira parte)&nbsp;, tradutor do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3942,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":7,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0},"categories":[11],"tags":[40,55],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3932"}],"collection":[{"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3932"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3932\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3981,"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3932\/revisions\/3981"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3942"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3932"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3932"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3932"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}