{"id":2396,"date":"2021-05-06T15:47:28","date_gmt":"2021-05-06T18:47:28","guid":{"rendered":"https:\/\/ceasiaufpe.wordpress.com\/?p=2396"},"modified":"2021-09-20T10:41:15","modified_gmt":"2021-09-20T13:41:15","slug":"artigo-de-opiniao-os-impactos-da-expansao-da-industria-de-animacao-japonesa-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ceasiaufpe.com.br\/?p=2396","title":{"rendered":"ARTIGO DE OPINI\u00c3O | Os  impactos da expans\u00e3o da ind\u00fastria de anima\u00e7\u00e3o japonesa no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-right\" style=\"font-size:12px\">Elo\u00e1h Ferreira Miguel Gomes da Costa &#8211; migueleloah@gmail.com<br>Maria Gabriela Pedrosa &#8211; mariagpedrosa@gmail.com<br>Rayane S\u00e1tiro de Almeida &#8211; satirorayane9@gmail.com<br>Su\u00e9llen Gentil &#8211; su\u00e9llen.gentil@gmail.com<br>Tha\u00eds Caitano Serpa &#8211; serpathais172@gmail.com<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Quando falamos sobre a cultura pop japonesa, um dos principais produtos culturais no qual pensamos \u00e9 o anime, anima\u00e7\u00f5es seriadas frequentemente baseadas em hist\u00f3rias em quadrinhos conhecidas como mang\u00e1s. Essas obras constitu\u00edram uma conex\u00e3o entre o Jap\u00e3o e o mundo, sendo um fator introdut\u00f3rio a outros itens da cultura nip\u00f4nica, como a literatura, m\u00fasica, moda, videogames e etc., caracterizando o pioneirismo do pa\u00eds, fora do \u00e2mbito ocidental, ao se inserir em um sistema de consumo cultural globalizado, cujo centro exportador dominante \u00e9, historicamente, as produ\u00e7\u00f5es televisivas estadunidenses. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Tendo isso em mente, percebemos a import\u00e2ncia de compreender como se deu esse processo no Brasil, onde se encontra a maior comunidade japonesa fora do Jap\u00e3o, e quais s\u00e3o as consequ\u00eancias dessa intera\u00e7\u00e3o cultural entre os pa\u00edses. Para isso, precisamos inicialmente compreender o anime em sua origem.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><a href=\"https:\/\/ceasiaufpe.files.wordpress.com\/2021\/05\/image-7.png\"><img loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/ceasiaufpe.files.wordpress.com\/2021\/05\/image-7.png?w=281\" alt=\"\" class=\"wp-image-2427\" width=\"363\" height=\"218\"\/><\/a><figcaption> Katsud\u014d Sashin, primeira anima\u00e7\u00e3o japonesa que se tem conhecimento. <em>Fonte: Wikip\u00e9dia<\/em> <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\"> A primeira anima\u00e7\u00e3o japonesa, da qual se tem ci\u00eancia, tem dura\u00e7\u00e3o de tr\u00eas segundos e foi criada na primeira d\u00e9cada do s\u00e9culo XX<a href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a>, quando as t\u00e9cnicas de produ\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica come\u00e7aram a surgir e obras estadunidenses passaram a ser exibidas no pa\u00eds. Mas foi apenas a partir da d\u00e9cada de 1930 que se deu o in\u00edcio do desenvolvimento da anima\u00e7\u00e3o no Jap\u00e3o, em raz\u00e3o do incentivo financeiro do governo, que conduziu o setor a aclamar o ex\u00e9rcito japon\u00eas, a t\u00edtulo de propaganda de guerra com cunho nacionalista. Nos anos seguintes \u00e0 Segunda Guerra Mundial, as produ\u00e7\u00f5es animadas foram interrompidas pela crise que se instalou no pa\u00eds, mas retomadas devido \u00e0 busca por entretenimento barato, fomentada pelo abalo da popula\u00e7\u00e3o decorrente da guerra, o que resultou na produ\u00e7\u00e3o de Noburo Ofuji, em 1952. <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns\">\n<div class=\"wp-block-column\">\n<p class=\"has-text-align-justify\">Com a pol\u00edtica de recupera\u00e7\u00e3o da economia japonesa, sob a dire\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos da Am\u00e9rica (EUA) frente \u00e0 domina\u00e7\u00e3o sovi\u00e9tica na \u00c1sia, a televis\u00e3o se inseriu no pa\u00eds. Foi quando Osamu Tezuka, autor do primeiro mang\u00e1 best-seller do p\u00f3s-guerra no Jap\u00e3o, deu in\u00edcio ao mercado do anime com <em>Astro Boy<\/em>, a partir de t\u00e9cnicas que diminu\u00edram os custos da produ\u00e7\u00e3o. Este foi o primeiro <em>anime <\/em>a ser exibido na televis\u00e3o japonesa e o sucesso foi t\u00e3o expressivo que este setor de entretenimento passou a ser foco de investimentos, difundindo-se, de in\u00edcio, entre os pa\u00edses vizinhos e, posteriormente, no Ocidente. Apesar da inser\u00e7\u00e3o na ind\u00fastria globalizada, os aspectos culturais se mantiveram nas produ\u00e7\u00f5es nip\u00f4nicas, disseminando a cultura do pa\u00eds, o que fomentou outras formas de consumo e contato cultural.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>A chegada e expans\u00e3o dos <em>animes <\/em>no Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">O processo de introdu\u00e7\u00e3o de <em>animes <\/em>no Brasil teve in\u00edcio com a intensa imigra\u00e7\u00e3o japonesa ocorrida no pa\u00eds durante a primeira metade do s\u00e9culo XX, consequ\u00eancia das transi\u00e7\u00f5es estruturais ocorridas no Jap\u00e3o durante o Per\u00edodo Meiji<a href=\"#_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a>. Conforme a popula\u00e7\u00e3o japonesa se adaptava \u00e0 cultura brasileira, veio o receio de que o contato abrangente com as comunidades locais diluiria a heran\u00e7a cultural japonesa a ser passada para as futuras gera\u00e7\u00f5es. Nesse contexto, o mang\u00e1 \u00e9 introduzido no Brasil como ferramenta da manuten\u00e7\u00e3o da cultura japonesa, al\u00e9m da alfabetiza\u00e7\u00e3o das futuras gera\u00e7\u00f5es na l\u00edngua japonesa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Dessa descend\u00eancia nipo-brasileira surgiram diversos quadrinistas que foram respons\u00e1veis por parte dos quadrinhos nacionais, principalmente em 1960, quando as produ\u00e7\u00f5es nip\u00f4nicas come\u00e7aram a ser transmitidas no Brasil. Algumas s\u00e9ries de <em>live-actions<\/em>, como <em>National Kid,<\/em> foram transmitidas e ganharam muita popularidade, assim como os <em>animes<\/em>, entre eles Homem de A\u00e7o (1963) e Zoran, o garoto do espa\u00e7o (1965). Em 1970, o n\u00famero de produ\u00e7\u00f5es japonesas exibidas no Brasil passou para 24, sendo 17 <em>animes<\/em>, como os cl\u00e1ssicos A Princesa e o Cavalheiro (1967) e <em>Ultraman<\/em> (1966).<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ceasiaufpe.files.wordpress.com\/2021\/05\/image-2.png\"><img src=\"https:\/\/ceasiaufpe.files.wordpress.com\/2021\/05\/image-2.png?w=468\" alt=\"\" class=\"wp-image-2411\"\/><\/a><figcaption>A Princesa e o Cavaleiro (Ribbon no Kishi \u2013 1967), transmitido no Brasil na d\u00e9cada de 70. <em>Fonte: INFANT<\/em>IV<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">A d\u00e9cada de 1990 \u00e9 considerada um marco no mercado dos <em>animes <\/em>no Brasil e grande s\u00edmbolo do per\u00edodo que revolucionou o setor foi, sem d\u00favidas, Cavaleiros do Zod\u00edaco (1986), exibido pela TV Manchete em 1994, que rendeu recordes de audi\u00eancia \u00e0 emissora. Outras refer\u00eancias cl\u00e1ssicas da \u00e9poca s\u00e3o <em>Sailor Moon <\/em>(1992), <em>Dragon Ball<\/em> (1986), e <em>Pok\u00e9mon <\/em>(1997), assim como a chegada dos filmes do est\u00fadio Ghibli, como Meu Amigo Totoro (1988). A populariza\u00e7\u00e3o e desenvolvimento da internet foram essenciais para a solidifica\u00e7\u00e3o dos animes no Brasil, desenvolvendo uma cultura <em>otaku <\/em>que permanece atuante at\u00e9 os dias atuais. Essa populariza\u00e7\u00e3o despertou interesses que v\u00e3o al\u00e9m do produto cultural, motivando as pessoas a se aproximarem da cultura japonesa, resultando inclusive em um <a href=\"https:\/\/app.uff.br\/riuff\/handle\/1\/9999\">aumento de viagens tur\u00edsticas ao pa\u00eds nip\u00f4nico<\/a>, o que gerou um estreitamento entre Brasil e Jap\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Impactos do produto cultural na sociedade e a aproxima\u00e7\u00e3o entre Brasil e Jap\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Primeiramente, pincelaremos o conceito de globaliza\u00e7\u00e3o e, para isso, devemos rememorar dois acontecimentos chaves para os processos econ\u00f4micos e culturais mundiais. David Oswell em <em>Culture and Society<\/em> (2006) alude \u00e0 primeira imagem do planeta Terra a qual tivemos acesso, durante a corrida espacial, que conflu\u00eda em uma interroga\u00e7\u00e3o pulsante: essa imagem consegue transmutar a forma como o homem age em sociedade? Isso porque a imagem da Terra enfatiza a perspectiva de que n\u00e3o estamos distantes uns dos outros. J\u00e1 em 1989, acontece a derrubada do muro de Berlim, que se torna a imagem perfeita da ruptura, simbolizando o fim do sistema socialista e legitimando o capitalismo. Advindo disso, a globaliza\u00e7\u00e3o se apresenta como o s\u00edmbolo deslumbrante da homogeneidade, destrui\u00e7\u00e3o de fronteiras e, principalmente, da comunica\u00e7\u00e3o \u2014 em parte, ilus\u00f3rias. Contudo, em tais fen\u00f4menos, sempre h\u00e1 uma ambival\u00eancia: Como ser heterog\u00eaneo em um mundo homog\u00eaneo?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Uma das sa\u00eddas que muitos pa\u00edses adotaram passa pelos trilhos da cultura, como pontua Joseph Nye, na cria\u00e7\u00e3o do conceito <em>Soft Power<\/em>, tornando a cultura o vetor do crescimento econ\u00f4mico. O Jap\u00e3o impulsionou, por meio do <em>Soft Power<\/em>, a entrada de produtos culturais da ind\u00fastria criativa, em especial os animes, em outros pa\u00edses com o objetivo de fomentar boas rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas, atrair investimentos, talentos criativos, turistas, estudantes e pesquisadores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Alguns exemplos do <em>Soft Power<\/em> japon\u00eas em terras brasileiras \u00e9 o <em>Seiche Junrei<\/em>, um turismo ligado \u00e0 ambienta\u00e7\u00e3o de animes famosos tanto entre japoneses quanto estrangeiros. Existe at\u00e9 uma <a href=\"https:\/\/animetourism88.com\/ja.\">Associa\u00e7\u00e3o de Turismo de Anime<\/a>. No ano de 2018, a pesquisadora Lorrany Cailleaux fez uma enquete respondida por 270 pessoas no Brasil e, na pergunta sobre viajar para locais baseados em animes, 78,3% responderam que, sim, gostariam de conhecer esses lugares. No mesmo per\u00edodo em que os animes se popularizaram no Brasil, despontaram as primeiras pr\u00e1ticas de <a href=\"https:\/\/cosplaybr.com.br\/\"><em>cosplay<\/em><\/a>; atualmente j\u00e1 existem pessoas que fizeram do <em>hobby<\/em> uma profiss\u00e3o. Esses f\u00e3s normalmente participam de feiras culturais, como a <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/feirajaponesadorecife\/\">Feira Japonesa do Recife<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Centros de estudos de l\u00edngua japonesa se estendem por todo o Brasil, em raz\u00e3o da demanda de consumidores desses produtos culturais. Neste ano, o <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/nlcufpe\/?hl=pt-br\">N\u00facleo de L\u00edngua e Cultura (NLC)<\/a> da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) abriu sua primeira turma de japon\u00eas; ademais, ainda temos a Escola de japon\u00eas da <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/escolajaponesrecife\/\">Associa\u00e7\u00e3o Cultural Japonesa do Recife<\/a>. Podemos citar, ainda, a pr\u00f3pria curadoria de Assuntos do Jap\u00e3o, dentro do <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/institutoasiaufpe\/\">IEASIA\/UFPE<\/a>, que recebe cada vez mais quem se interessa em pesquisar sobre a cultura nip\u00f4nica. Foram poucos os recortes, mas j\u00e1 se nota o quanto o <em>Soft Power <\/em>japon\u00eas conseguiu se destacar de alguns dos ideais da globaliza\u00e7\u00e3o, promovendo o local, em detrimento do global, e sua cultura \u2014 com todas as suas complexidades e especificidades \u2014 mundo afora, cristalizando-se mesmo aqui em Recife\/PE.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Dois p\u00f3los opostos no globo, Brasil e Jap\u00e3o, estreitaram sua rela\u00e7\u00e3o por meio dos animes, criando uma comunidade<em> otaku<\/em> brasileira que s\u00f3 cresce, com influ\u00eancia da internet e da entrada de <em>animes <\/em>diversos nos cat\u00e1logos de servi\u00e7os de <em>streaming<\/em>, como a Netflix e a Amazon Prime. E, sem d\u00favida, \u00e9 poss\u00edvel esperar para o futuro a continuidade desta rela\u00e7\u00e3o que se mostra cada vez mais frut\u00edfera para o enriquecimento cultural de ambos.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/ceasiaufpe.files.wordpress.com\/2021\/05\/image-3.png\"><img src=\"https:\/\/ceasiaufpe.files.wordpress.com\/2021\/05\/image-3.png?w=611\" alt=\"\" class=\"wp-image-2414\"\/><\/a><figcaption>Arte <em>All Anime In One<\/em> por <em>Spawngirl. Fonte: Facebook<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\">ALBUQUERQUE, Afonso de; CORTEZ, Krystal. Fic\u00e7\u00e3o seriada, cultura nacional e des-ocidentaliza\u00e7\u00e3o: o caso dos anim\u00eas. <strong>Contempor\u00e2nea Revista de Comunica\u00e7\u00e3o e Cultura da UFBA<\/strong>, v. 11, n. 01, p. 56-71, 2013.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\">BRAZO, D. de A.; FONSECA FILHO, A. da S. Turismo Otaku: imagin\u00e1rio e motiva\u00e7\u00f5es de uma nova tipologia. <strong>Revista Turismo em An\u00e1lise<\/strong>, [S. l.], v. 29, n. 2, p. 273-291, 2019. DOI: 10.11606\/issn.1984-4867.v29i2p273-291. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.revistas.usp.br\/rta\/article\/view\/138464. Acesso em: 1 maio. 2021.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\">CARLOS, G. S. Identidade(s) no consumo da cultura pop japonesa. <strong>Lumina<\/strong>. v. 4, n. 2, 2010. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/periodicos.ufjf.br\/index.php\/lumina\/article\/view\/20931\">https:\/\/periodicos.ufjf.br\/index.php\/lumina\/article\/view\/20931<\/a>. DOI: 10.34019\/1981-4070.2010.v4.20931. Acesso em: 18 abr. 2021.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\">CHEVALIER, Jean; GHEERBRANT, Alain. <strong>Dicion\u00e1rio de S\u00edmbolos: <\/strong>(mitos, sonhos, costumes, gestos, formas, figuras, cores, n\u00fameros). Tradu\u00e7\u00e3o de Vera da Costa e Silva. 27 ed. Rio de Janeiro: Jos\u00e9 Olympio, 2015.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\">ELIAS, Herlander. <strong>A Gal\u00e1xia de Anime<\/strong>: A Anima\u00e7\u00e3o Japonesa como New Media. Covilh\u00e3, Portugal: Universidade da Beira Interior, LabCom, 2012.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p style=\"font-size:12px\"><sup>[1]<\/sup> O ano exato varia de acordo com a fonte.<br><sup>[1]<\/sup> Per\u00edodo Meiji (1868-1912).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elo\u00e1h Ferreira Miguel Gomes da Costa &#8211; migueleloah@gmail.comMaria Gabriela Pedrosa &#8211; mariagpedrosa@gmail.comRayane S\u00e1tiro de Almeida &#8211; satirorayane9@gmail.comSu\u00e9llen Gentil &#8211; su\u00e9llen.gentil@gmail.comTha\u00eds Caitano Serpa &#8211; serpathais172@gmail.com Quando falamos sobre a cultura pop japonesa, um dos principais produtos culturais no qual pensamos \u00e9 o anime, anima\u00e7\u00f5es seriadas frequentemente baseadas em hist\u00f3rias em quadrinhos conhecidas como mang\u00e1s. 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